.: O blog :.
Alguma dúvida??? É melhor porque é proibido!!! Aqui, eu conto histórias eróticas, sensuais e engraçadas... todas verdadeiras. Mas também levanto questões sobre relacionamento, casamento e felicidade.
Quem tiver problemas dessa natureza, junte-se a nós. Quem não tem, anote o endereço porque mais tarde vai precisar.
Este blog é um álbum da minha vida. Relato fatos de todos os tempos. Exponho meus sentimentos. Anuncio meus sonhos. Brigo contra o que não gosto. Exploro muito o lado masculino nos relacionamentos.

Costumo publicar textos às terças e sextas pela manhã. Mas entro todo dia pra ler os comentários.

Nome: Proibido
Idade: Dez/68
Cidade: De SSA, em BSB
E-mail: proibidomelhor@yahoo.com.br
Gosto de: Viver intensamente
Odeio: Fracos e idiotas
Tristeza: Viver longe das filhas

.: Sobre mim :.
Separado, depois de 10 anos de casado mais 7 entre namoro e noivado, duas filhas, uma ex-amante que me fez muito feliz por quase um ano, até termos sido descobertos. Hoje, vivo a liberdade que almejava há muitos anos, morando só, seguindo minhas próprias regras, limites e horários, conhecendo pessoas maravilhosas, mas também pessoas que não valem a pena, curtindo todos os shows que me interessam... enfim, estou VIVENDO de novo.

Todas as segundas-feiras, publico textos no Blog Temático.


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Quarta-feira, Julho 30, 2008

Experiência esquecível

Outro dia, conversando com um amigo, ele me confessou que tinha muita vontade de transar com uma coroa experiente e safada. Defina-se coroa, aos nossos olhos, aquelas acima dos 45 anos. Há alguns anos, 30 já tava demais... hoje, estão no ponto perfeito!!!

Nessa conversa, lembrei-me de quando me separei... eu queria era pegar mulé!!! Como fetiche, tinha curiosidade por uma coroa dessas. Ressalte-se que eu tinha 36 anos.

Certa noite, num espaço de dança de salão e forró, conheci essa mulher. Na ocasião, ela tinha justamente 45 anos. Tinha um corpo massa, estilosa, peituda, aparência legal. Estava acompanhada de uma amiga que era mais bonita, mais charmosa e mais bem sucedida... mas já tinha 52 anos... minha mãe tinha 55... complica, né!!! Enfim, dançamos, conversamos, rimos muito e a noite acabou. Na saída, caminhamos até o carro, onde nos beijamos e elas seguiram seu caminho. Devo dizer que o beijo foi, se zero a dez, nota quatro. Fiquei frustrado, pois queria experimentar alguém que soubesse fazer de tudo... se não sabia beijar, imaginem o resto.

Nos encontramos mais uma vez rapidinho numa pizzaria numa comemoração de amigos dela... mas só rolou o velho beijinho “eca” na saída. Na última vez, combinamos de ir ao melhor forró de Brasília. Ela estava com algumas funcionárias suas (novinhas e bonitinhas). Dancei com todas e fiquei com vontade de dar em cima de todas. Mas, como o propósito era outro, acabei me embaralhando com a coroa. Então, rolaram uns amassos legais, com muita mão rolando solta e ela tirando.

Na saída, ela me pediu que lhe levasse em casa. Animei-me, pois o setor de motéis era no caminho. Enquanto dirigia, falei sacanagem, passei a mão... mas ela nunca era muito receptiva. Acabamos passando pelos motéis e nada!!! Na frente da casa dela, mais amassos... e mais ela me afastava. Perguntada do porquê, ela respondeu: “Menino, cada pessoa tem seu tempo, sabia?”. Então eu entendi o dito de que “panela de barro faz comida boa porque demora a esquentar, mas depois permanece quente por muito tempo”. Minha resposta foi direta: “Pois meu tempo acabou de expirar. Boa noite”. Ela achou estranho, perguntou se eu a estava mandando ir embora... clima chato. Respondi que não tinha muita paciência para aquele ritmo deveras lento e que não queria mais.

E nunca mais nos vimos.


Publicado por: O Proibido




Quinta-feira, Julho 17, 2008

Limites da paternidade

Já falei milhões de vezes o quanto adoro ser pai das minhas filhas. Elas são, realmente, crianças super especiais. Sempre educadas e comportadas, mas nem por isso se deixam passar por besta. Moram com a mãe a mais de 700Km de mim. Devido à distância, só as vejo mensalmente. Na última visita, tive a oportunidade de passar um dia útil e aproveitei para ir à escola conversar com alguns professores delas. Só tive ótimas referências em relação a comportamento de ambas. Mas não muito boas notícias sobre o desempenho escolar da minha mais velha.

Eu sempre fui super liberal com as meninas. Sempre conversei sobre qualquer assunto e nunca impus regras quanto a intimidade (andar nu pela casa, tomar banho junto, não ter medo nem vergonha de perguntar sobre o que se interessar). Não me preocupo muito quando vão dormir na casa de colegas porque, certamente, já conheci os pais antes e as preparei para sempre falar a verdade sem nada omitir. Quanto a presentes, sempre dei tudo que estava ao meu alcance... e sempre mostrei por que elas não ganhariam isso ou aquilo. Nunca tive problema com esse tipo de coisa. Apesar de elas conviverem com colegas muito ricos e usufruírem um pouco do conforto deles, elas sabem das minhas limitações financeiras. Graças a Deus, minhas condições não são tão limitadas assim.

O que sempre garanto a elas, e isso eu não me permito falhar, são férias inesquecíveis. Isso porque eu sempre viajei com meus pais nas férias para conhecer lugares diferentes e sei o quanto isso determinou a felicidade na minha infância e adolescência. Temos ótimos planos para as próximas. Nestas do meio do ano, como são férias curtas e eu não tenho folga, elas passam uns dias comigo e curtimos muito.

Este ano está sendo diferente. A mais nova passou uma semana comigo e seguiu para passar o resto das férias em Salvador, com a família. A mais velha ficou comigo para aprender a gostar de matemática, digamos assim. A safadinha entende tudo, arma a resposta de maneira inteligente, mas, no final, não se preocupa com o desfecho. Resultado: erra contas bobas até de adição. Ela é de uma falta de comprometimento com o resultado que eu só tinha visto em uma pessoa na minha vida: a mãe dela. Preocupo-me muito que ela acabe se tornando um adulto descomprometido com o resultado daquilo que é sua responsabilidade. Por isso, mesmo não presente diariamente na vida dela, mesmo não sendo eu quem a castiga ao longo do ano, senti-me na obrigação de exercer a paternidade da maneira mais dura: tirando-lhe as férias, impedindo-a de ir a Salvador, cidade que adora, passar uns dias com sua família que ama.

E cá está ela comigo. Triste, mas consciente de que não está sendo punida por mim e sim está sendo ajudada, estimulada, motivada, aprendendo a importância não só da matemática mas também do resultado das suas obrigações. Ela já percebeu o quanto eu estou triste por fazer isso com ela... mas, também, percebeu o quanto fico feliz por fazer a diferença neste momento da sua vida.


Publicado por: O Proibido




Sexta-feira, Julho 11, 2008

Uma homenagem

Quando a gente começa um relacionamento, tudo é novidade. O beijo é novo, o sexo tem alguma peculiaridade, a vontade de repetir o encontro só aumenta. Então, o casal resolve que é pra valer. E se inicia a melhor fase de qualquer relacionamento: o descobrimento, o conhecimento.

Essa é a fase decisiva para a continuação, pois é quando a gente realmente conhece a pessoa completa do outro, e não apenas o parceiro de farra e cama. A gente analisa o comportamento nas diversas situações: alegria, tristeza, medo, raiva. Claro que não é possível provocar tudo isso, mas uma parte pode ser induzida.

Eu tive a sorte de conhecer ótimas pessoas pela internet. Esse canal é perfeito pra isso, pois as fases são mais ou menos invertidas. A gente primeiro conhece a pessoa por dentro para depois conhecer por fora ou no íntimo. Claro que o convívio é determinante para atestar se a pessoa não se mostrou ser o que não é. Até hoje, de todas as pessoas que conheci pela internet, nunca tive uma decepção nesse sentido.

Muitos esforços são feitos no sentido de um casal dito internético ficar junto, pois, muitas vezes, um mora distante do outro. Às vezes, tem-se a sorte de já estarem na mesma cidade. Ou, como eu, tem-se a sorte de a pessoa estar de mudança já programada para sua cidade, antes mesmo de se conhecerem.

Existe segredo? Acredito que não. Sorte? Certamente. Mas eu continuo acreditando no destino, nos cruzamentos de linhas de vidas diversas. Vim parar em Brasília porque a empresa na qual eu trabalhava foi comprada por outra, que fechou o CPD. Só a conheci porque me separei. Ela veio morar aqui em busca de uma oportunidade na carreira pública e para se reaproximar de sua mãe, com quem mantinha muito pouco contato há quase 20 anos. E aqui estamos juntos há quase 3 anos.

Hoje, depois de exato um mês sem publicar texto, gostaria de, publicamente, dar os parabéns e desejar sempre toda felicidade do mundo a minha Encantada, que faz 28 aninhos hoje.


Publicado por: O Proibido